quinta-feira, 31 de maio de 2012

abertura festas Lisboa12

Que abertuda morna.
Mesmo não tendo nada de original, este tipo de espetáculo de rua, com máquinas vindas dos cadernos de Leonardo da Vinci, cuspidores de fogo e personagens Tim Burtianas costuma funcionar bem.
Os Titanic Theater não souberam agarrar.


terça-feira, 29 de maio de 2012

Alkantara I

Puxar aos limites humanos um jogo infantil. Esticar o corpo, as regras, a roupa, a necessidade de ganhar, de ser mais que o outro. Brincar com o outro, magoar o outro.
Mesmo em equipa joga-se sem o "todos por um".
Interessante performence com momentos de elasticidade muito bonitos e outros de uma violência crua.








Schwalbe collective
"Em Schwalbe Cheats, oito performers perdem-se a si mesmos num jogo, à medida que as fronteiras morais esmorecem gradualmente. Quem somos, quando nos colocam a um canto? Ou quando sentimos que o outro é mais fraco? Ou quando o outro deixa de jogar pelas regras? Podes tentar escapar na ilusão de que ‘é apenas um jogo’, mas nesse momento é já demasiado tarde para regressar à realidade. O que começa como um jogo infantil torna-se progressivamente uma batalha de gladiadores."

domingo, 27 de maio de 2012

quarta-feira, 23 de maio de 2012

domingo, 20 de maio de 2012

veni vidi vici

Fabulosa!


Deborah Kaufmann 
Veni Vidi Vici
Direcção: Janet Sturm e Wellington Nogueira
18 a 20 de Maio, 22h

domingo, 13 de maio de 2012

sábado, 12 de maio de 2012

dark shadows

Tim Burton com falta de criatividade e de sentido de humor. O impossivel aconteceu:


quinta-feira, 10 de maio de 2012

domingo, 6 de maio de 2012

Uma noite de entretenimento. Num local onde tinha jurado não voltar!


sexta-feira, 4 de maio de 2012

tabu

Depois de uma meia hora de irritação por estar à espera de outra coisa (meti na cabeça que o filme era outro) comecei a habituar-me ao timbre das vozes sempre presentes e a gostar do filme. No final foi difícil levantar-me da cadeira, como se as imagens tivessem entranhado em mim.
Um filme misterioso como o olhar do crocodilo. A não perder.


terça-feira, 1 de maio de 2012

assim assim

Péssimo cartaz para um bom filme. Recomenda-se cinema português, bem escrito, bem filmado, despretencioso e divertido.
Porque será que é tão bom ver cenas em locais que nos são familiares. Há qualquer coisa de tranquilizante no reconhecimento. E apesar de achar que assim assim nos retratar muito bem, ainda quero acreditar que as relações são ou não são; não são assim assim.