Não falei contigo com medo que os montes e vales que me achas
caissem a teus pés
acredito e entendo que a estabilidade lógica de quem não quer explodir
faça bem ao escudo que és
saudade é o ar que vou sugando e aceitando
como fruto de Verão nos jardins do teu beijo...
Mas sinto que sabes que sentes também que um dia maior serás trapézio sem rede
a pairar sobre o mundo e tudo o que vejo...
É que hoje acordei e lembrei-me...
[a carta, toranja]
é mais bonito ouvido que lido!
Sem comentários:
Enviar um comentário